Bethany Moultry, de 6 anos, está em uma missão pessoal de ajudar os sem-teto do bairro (Foto: Reprodução / Good Morning America)
Por: JCS
Bethany Moultry, ao passar por uma rua com sua mãe viu um morador de rua e planejou ajudar a comunidade carente com doações
Uma menina de 6 anos, da Geórgia, Estados Unidos, Bethany Moultry, está engajada em um projeto pessoal de ajudar os moradores de rua do seu bairro.
Ela começou esta campanha em dezembro de 2019, logo após passar por uma rua com a sua mãe e viu um morador de rua, ela ficou impressionada com a situação do sem teto, foi ali que ela decidiu que faria alguma coisa para que “ele se sentisse melhor”.
Diante daquela “visão impressionante”, ela resolveu se prontificar a ajudar com tudo o que tinha. “Isto partiu meu coração. Ela estava no banco de trás e percebi que começou a chorar.
Bem como me perguntou se poderia quebrar seu cofrinho para dar todo seu dinheiro para o homem”, afirmou a mãe, Colleen Moutry, em uma entrevista concedida ao Good Morning América.
A mãe de Bethany pensou e, falou para sua filha que eles poderiam pensar melhor e encontrarem uma boa alternativa para ajuda-los sim. Juntas elas tiveram uma ideia fantástica: “Criar Bolsas Felizes” e encher com itens bons e necessários e assim distribuir aos desabrigados da comunidade.
Nas sacolas, eles colocaram vários itens de necessidade como meias, máscaras, band-aids, pomada antibiótica e lenços umedecidos, frutas, barras de proteína e uma garrafa de água.
“Consideramos doar uma quantia para alguma organização. Porém, por ser uma criança queria dar a ela uma maneira tangível de ajudar as pessoas.
Afinal, seria ótimo ela entender quem e como estava ajudando”, ponderou Colleen.
Até o momento, Bethany já distribuiu mais de 750 kits, com a ajuda de algumas ONGs. Mas o objetivo futuro é ampliar essa ajuda. Construir pequenas casas e oferecer cursos profissionalizantes, por exemplo, estão entre as próximas metas com o projeto.
“Sou muito orgulhosa do que ela fez. Às vezes, é fácil olhar para o outro lado quando vemos uma situação difícil. Precisei que minha filha, de 5 anos me mostrasse o contrário”, pondera a mãe. “Eles não têm casas ou têm poucas coisas. Ajudar essas pessoas me faz sentir muito bem”, disse a menina.
Com informações: Pais&filhos
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