Não importa se a sua virada de ano será numa praia paradisíaca ou se no quintal de casa, sentado em um banquinho de plástico.
No fundo, o que a gente quer e o que a gente almeja, talvez o símbolo do ano novo realmente se representa para nós é um desejo de mudança íntima, que faça com que a gente observe a vida sob uma perspectiva mais lúcida, mais madura, mais proativa, em que a gente possa ser mais autor do próprio destino e não viver a reboque os acontecimentos.
Se isso é uma proposta para você, então na verdade o meu desejo é um desejo de um feliz Eu Novo, que a gente possa estar disponível para o mundo, mas sobretudo para nós mesmos e desenvolver uma nova interioridade, e essa interioridade vai nos dar uma capacidade de ter um novo olhar sobre a vida, de olhar, por exemplo, para os nossos erros não como um lugar de acusação, mas de aprendizado.
De olhar para cada queda não como um lugar de lamento, mas de ensinar a levantar, seguir, por onde não ir novamente.
De olhar para os fins de relacionamentos não como a mágoa, a decepção e a frustração, mas aprendendo com os outros quais são os comportamentos que nós vamos querer para a nossa vida e os que a gente não vai mais admitir que aconteça, e vai se fazer respeitar, e vai se fazer amar pelas pessoas.
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