Seguros da confiabilidade, o país “se adiantou e registrou a vacina imunizante” antes mesmo de ter concluído e divulgado os resultados dos últimos testes clínicos.

Conforme informações do ministro da Saúde da Rússia, neste sábado (15), o país já iniciou a produção do primeiro lote da vacina contra o coronavírus (Covid-19).

Esta imunizante tem causado inúmeras polêmicas, não apenas por ser a primeira vacina registrada no mundo, mas principalmente pela velocidade de aprovação e a falta de divulgações nas comunidades científicas sobre os resultados, a grande desconfiança também se deve ao fato da fase final dos testes não ter sido concluído.

O ministro da Saúde, Mikahail Murashko, disse em nota oficial para as agências de notícias Tass e Interfax, que: “A produção da vacina contra o novo coronavírus – Covid-19, desenvolvida pelo Centro Nacional Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, começou”.

A vacina foi batizada de Sputnik V, e foi oficialmente registrada em 11 de agosto, mesmo assim, os cientistas do mundo e a OMS (Organização Mundial de Saúde, tratam deste assunto com muita cautela, devido a total falta de transparência e divulgação dos resultados dos testes, sem os quais a comunidade médica não pode reconhecer a eficácia.

Até o momento, apenas se ouve falar que a vacina é eficaz, porém, pouco se sabe dos resultados de uma forma concreta, ampla e científica, assim, sabe-se apenas que o governo russo publicou uma nota dizendo que a vacina é eficaz, não apresentou efeitos colaterais graves, gerou anticorpos e está em produção.

As informações oficiais dizem ainda que: o centro Gamaleya desenvolveu a vacina com a parceria do Ministério da Saúde e Ministério da Defesa, sendo que sua produção será feita e distribuída pelas empresas Generiu, R-Pharm e Binnopharm no começo de outubro.

 

Com informações: Terra

Crédito Imagens: Reuters

 

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