Por: JCS

Incêndio se alastra pelo prédio do Instituto Serum, Índia, na manhã desta quinta-feira (21), ali é produzida a vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela parceria entre AstraZeneca e Universidade de Oxford, na cidade de Pune, Índia.

Conforme apurado, alguns andares foram destruídos e muita fumaça espalhada, o incêndio não produziu vítimas e nem prejuízos para os estoques da vacina contra a Covid-19.

O diretor-executivo do Instituto, Adar Poonawalla, disse que:

“O mais importante é que não houve vidas perdidas e nem grandes lesões por causa do fogo, apesar de alguns andares terem sido destruídos”.

capa oficial - Mistério: Incêndio se alastra no Instituto Serum, que fabrica vacinas contra Covid-19 na Índia

Quanto às vacinas, Adar afirmou que:

“Quero tranquilizar todos os governos e a população de que não haverá perda de produção da Covishield [nome da vacina], devido a vários edifícios de produção que mantive em reserva para lidar com tais contingências”.

O incêndio praticamente destruiu dois andares do Terminal 1, onde está sendo erguida uma nova fábrica. Os bombeiros agiram rápido, chegando com 10 caminhões e assim conseguiram controlar a propagação do fogo, evitando que as chamas se alastrassem.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária já aprovou no Brasil essa vacina para uso emergencial, contudo, ainda não chegou nenhuma dose em nosso país.

O Brasil segue negociando a entrega de 2 milhões de doses dessa vacina produzida no Instituto Serum. Tanto que o governo federal separou um avião para buscar essas doses, contudo, o governo indiano não liberou a exportação. Assim, o avião que já estava a caminho e parou no Recife, fazendo uma escala, teve que voltar para a capital de São Paulo.

O curioso desta história é que a Índia já começou a exportação da vacina para outros países, e não colocou o Brasil na fila de prioridades.

A Índia também está sofrendo muito com a Covid-19, sendo o segundo pais com maior quantidade de casos de infecções registradas, ficando atrás apenas dos EUA: 10 milhões de infectados. O país está fazendo um projeto ambicioso, que começou no sábado, uma das maiores campanhas de vacinação em massa do mundo, objetivando imunizar 300 milhões de pessoas até julho de 2021.

Com informações: UOL

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