Por: JCS

A cidade do Rio de Janeiro classificou as 33 regiões administrativas como de “alto risco para a transmissão do coronavírus”. De forma que está é a segunda semana consecutiva em que piora e aumenta a possibilidade de transmissão da covid-19 na cidade. Diante deste aumento brutal dos índices de transmissão da infecção, o prefeito Eduardo Paes emitiu um alerta sobre a possibilidade de novas medidas restritivas na cidade, caso as reuniões, aglomerações em bares, estabelecimentos comerciais e locais públicos não terminem.

Até o momento, os prefeitos estão trabalhando para que não haja o lockdown, mas, se as pessoas não colaborarem, fazendo a sua parte ficará difícil controlar.

“Quero mais uma vez deixar este recado claro. Este verão não é igual aquele que passou. Aqueles que acham que vão ficar na festa, fazendo aglomeração, deixem de ser burros porque vocês estão matando pessoas. Não é admissível que a gente continue nesse ritmo”, afirmou o prefeito durante divulgação do 3º Boletim Epidemiológico. “Ninguém está proibido de sair de casa, de frequentar os espaços públicos, comércio, restaurantes e bares, mas tem que respeitar as regras. Sair disso é falta de consciência, de compaixão, de empatia.”

Na semana passada, apenas cinco regiões da capital estavam constando como regiões de “risco moderado” para transmissão do vírus. Agora, toda a cidade está com o nível de alerta alto.

capa oficial - “Deixem de ser burros”, alerta Paes sobre aglomerações do Rio de Janeiro.

Conforme o prefeito, caso as regras do distanciamento não sejam cumpridas pela população, as medidas previstas em resolução conjunta assinada pelos secretários municipais e estaduais de Saúde serão aplicadas. Elas incluem a limitação da capacidade de lotação de estabelecimentos, a alteração nos horários de funcionamento e a ampliação das regras de distanciamento em locais fechados.

Se continuar neste nível alto de novas infecções, nenhum hospital carioca dará conta de atender e tratar tantos pacientes infectados e nem haverá leitos em UTIs capazes de atender as pessoas, no momento, é melhor prevenir do que remediar. Esta situação caótica prevista, pode ser evitada se as pessoas colaborarem, se cuidarem e não formarem aglomerações.

Com informações: Portal Terra

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