Foto: Montagem/Pixabay
Por: JCS
Os caminhoneiros confirmam uma nova paralisação por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira (01). Eles estão reivindicando melhores condições de trabalho, diminuição do preço dos combustíveis, o marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar) e cobram direito a uma aposentadoria especial, entre outros pedidos.
A escolha por esta greve foi tomada em 15 de dezembro de 2020, em meio a uma assembleia geral extraordinária do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC). Que reúne 40 mil caminhoneiros em São Paulo e tem afiliados em outros estados. Mas, como são muitas as entidades que representam a categoria, não se sabe ainda que proporções tomará a mobilização.
Este grupo realizou uma outra paralização em 2018, ano em que Michel Temer era o presidente, que durou 10 dias e afetou o sistema de distribuição do país inteiro. Só que desta vez, conforme afirma Plínio Dias, presidente do CNTRC, a situação é muito “pior” do que aquela situação vivida no ano eleitoral. A categoria insatisfeita, na época, apoiou em peso a candidatura do atual presidente da república Jair Bolsonaro.
Preocupado com os efeitos desta iminente greve, o presidente da república fez um pedido aos motoristas que adiassem a greve. Foi dito a eles que o governo estudarias medidas para reduzir o PIS/Confins e, também o preço do diesel. Muito embora, o próprio presidente deixou claro que encontrar uma saída para os caminhoneiros não seria fácil.
Plínio Dias, está decidido a entrar em greve, dizendo que cerca de 80% dos caminhoneiros devem aderir à greve, que é apoiada pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
“As nossas pautas, que a gente trabalhou em 2018, a gente ganhou e não levou. O que funciona é só o eixo erguido do pedágio, pra não pagar. Todas as reivindicações de 2018 não vingaram, só uma, que é a do eixo erguido”, disse.
Conforme Plínio, a ordem é que as pistas não sejam totalmente interditadas e que ônibus, caminhões com insumos hospitalares e os com carga viva tenham livre passagem. Ele deixou claro que a duração da paralização depende da negociação de um acordo com os políticos.
“Se os caminhoneiros tivessem sido atendidos antes de segunda-feira, não haveria paralisação. (…) É prazo indeterminado até o governo chamar, o senhor presidente Bolsonaro, chamar o conselho e também juntamente com a categoria, para a gente fazer uma reunião aberta, para decidir o que vai acontecer com a nossa pauta. Da maneira que está, ninguém vai trabalhar, não”, concluiu.
Com informações: congressoemfoco
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