O buraco na camada de ozônio antes de se fechar — Foto: CAMS
Por: JCS
Uma movimentação intensa polar de ar frio teve sua força reduzida gradativamente, possibilitando o fechamento total do buraco.
Os cientistas descobriram em março um buraco gigantesco na camada de ozônio, com mais de um milhão de quilômetros quadrados, que se formou no Ártico, este foi o maior já registrado. A boa notícia é que ele se fechou completamente. O Copernicus (Programa de observação da terra) que é da União Europeia é que anunciou essa notícia maravilhosa.
Com um tamanho gigantesco, o buraco causou a perda de ozônio na camada, numa altitude aproximada entre 18 a 20 km.
Conforme o site Sputnik: “A exaustão da camada de ozônio, o escudo que protege a vida na Terra dos níveis prejudiciais de radiação ultravioleta, alcançou um nível sem precedentes em grande parte do Ártico neste período […] A última vez que foi observada uma exaustão do ozônio como essa no Ártico foi durante a primavera de 2011”.
“O buraco de ozônio fechou em abril com o aumento das temperaturas na estratosfera, o que culminou com a afluência do ar rico em ozônio a partir das camadas mais baixas da atmosfera”.
A Agência Espacial Europeia (ESA), informou que: não foi a ação humana e nem a quarentena que permitiu o fechamento do buraco, e nem a emissão de poluentes.
Com informações: Exame e Sputnik
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