Por: JCS

Bill Gates em dezembro de 2016 alertou Donald Trump que preparasse o país para uma grande pandemia, antes mesmo dele assumir a presidência.

Conforme o Wall Street Journal, Bill Gates em dezembro de 2016 conversou com Donald Trump, alertando-o para os efeitos de uma pandemia, pois o maior assassino que eles enfrentariam não seria uma guerra bélica, mais sim uma pandemia sem precedentes.

Gates tem se dedicado à sua fundação, e já gastou milhões de dólares tentando encontrar formas rápidas e eficientes de criar vacinas e maneiras de rastrear determinadas doenças. Inclusive orientou vários líderes mundiais que construíssem defesas nacionais contra certas doenças infeccionas.

Gates relembra que: “Gostaria de ter feito mais para chamar a atenção para o perigo”. Hoje, vivemos literalmente o cenário que ele previu em 2016.
Bill Gates se dedica à filantropia, sendo o co-presidente de uma das fundações mais ricas do planeta que se dedica à educação e saúde global.

A este respeito Bill Gates proferiu uma palestra em março de 2015, em um TED Talk que foi amplamente divulgado e assistido, conforme o site busenessinside ele disse que: os vírus é que representam o “maior risco de catástrofe global”, se comparados a outras ameaças.

“Se alguma coisa matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é mais provável que seja um vírus altamente infeccioso do que uma guerra. Não mísseis, mas micróbios”, afirmou Gates, inclusive ponderou que vários países desembolsariam uma grande fortuna em dinheiro para que uma guerra nuclear não aconteça, porém não investiriam quase nada para desenvolver “ sistemas de proteção e contenção de epidemias”.

Assista à integra da palestra (traduzida):

 

Vale lembrar que a Fundação Bill & Melinda Gates, já gastou mais de US $ 300 milhões em pesquisas e soluções para a covid-19

Olhando para os acontecimentos e a forma com que esta pandemia se alastrou mundialmente, não querendo recorrer a teorias espiritualistas, parece que Bill Gates nesta palestra proferiu uma profecia que não foi ouvida por nenhuma autoridade, inclusive o presidente Donald Trump, que além de subestimar a pandemia, demorou para tomar as medidas de proteção. Hoje os americanos amargam o primeiro lugar nas estatísticas mundiais da Covid-19.

Há um ditado entre os médicos que diz: “é preferível prevenir do que remediar”, os Estados Unidos estão pagando muito caro para remediar, pois conforme dados da Universidade Johns Hopkins, registraram 1.366.350 casos de pessoas infectadas e 82.105 óbitos e 232.733 casos de pessoas curadas.

 

Fontes: WSJ;Businessinsider

 

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