Por: JCS

“A chave do sucesso é a educação”, afirmou Barack Obama

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, esteve em São Paulo e disse que a educação precisa de investimentos para que os países se desenvolvam. Em uma palestra, ele afirmou que “dar educação e serviços sociais não é caridade, é uma ferramenta de desenvolvimento econômico”.

No Vtex Day, que se trata de um grande evento anual de tecnologia do comércio eletrônico, estiveram presente muitos professores ouvindo o que o palestrante Barack Obama tinha a dizer. Em partes de seu discurso, Obama frisou que: “A chave do sucesso é a educação”. “Se você um país que não tem este tipo de investimento nas pessoas [em educação], ele provavelmente não será bem-sucedido”, disse o ex-governante Americano, deixando claro que bons governantes priorizam a educação para que tenham bons mercados de trabalho.

“Algumas vezes, particularmente na América Latina, onde existem profundas divisões políticas entre esquerda e direita, tudo é muito ideológico, vejo que as pessoas não acreditam no governo e no mercado. Não existe um mercado funcional sem um bom governo. E, se você não tem um bom sistema educacional, não tem um bom mercado. Sem isso tudo, não há um bom governo. E, se você não tem um bom sistema educacional, não tem um bom mercado. Sem isso tudo, não há um bom governo”, afirmou Obama

“Um país precisa de leis, de transparência, responsabilidade, base tributária, infraestrutura, investimentos em escolas. Todas estas coisas formam um bom mercado, melhor para fazer negócios”, disse Obama. Ele ressaltou ainda que tudo isso ocorre por meio do bom uso da arrecadação fiscal. “Você deveria ficar feliz em pagar os seus impostos. É dessa forma que os investimentos são feitos, e a sociedade quer que seus negócios tenham êxito. Se você notar os países em que não há arrecadação de impostos e leis, são países em que você não tem como fazer negócios, não são confiáveis”, argumentou.

“Na primeira vez em que estive no Brasil como presidente, joguei futebol com umas crianças na favela no Rio. Olhava para elas e as achava parecidas comigo, quando eu tinha dez anos de idade. Elas tinham as mesmas ideias, a mesma energia e as mesmas possibilidades que eu. A única diferença é que eu tive oportunidades, fui capaz de ter mais conhecimento, superando algumas adversidades. E sempre lembro que, se a gente pode dar as estas pessoas as mesmas oportunidades, uma destas crianças pode acabar inventando a cura do câncer, criar a próxima inovação tecnológica”.

Com informações: UOL

 


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