Foto: Reprodução Instagram
Por: JCS
Conheça a história de um amor de criança, que com sua alma caridosa, resolveu vender lacinhos para cabelo e assim ajudar a Santa Casa de Guaranésia (MG) com a doação de R$.2.000,00 para ajudar a comprar um respirador.
Marina Segretti Castelar tem 9 anos de idade, criou um projeto de venda de lacinhos para cabelo, assim, ela deixou de brincar por várias horas para tocar este projeto de caridade, conseguiu vender vários lacinhos e “ofertar” o resultado de seu trabalho, R$.2.000,00 para a Santa Casa de Guaranésia (MG).
Ela criava, produzia e vendia SCRUNCHIES (Lacinhos de tecido para cabelo), estes laços são acessórios que podem ser usados tanto nos cabelos quanto no braço.
Marina iniciou seu “ambicioso” projeto em junho, e postava tudo em sua conta do Instagram, que foi criado para divulgação e venda de seus acessórios de beleza.
“Nós arrecadamos R$ 2 mil para a Santa Casa e já fizemos a doação. A campanha continua porque vamos doar uma quantia para a Apae, porque eles estão precisando, então com certeza vamos ajudar”, afirmou a simpática Marina.
A Santa Casa de Guaranésia, comovida com a ilustre doação, publicou no Facebook uma nota de sinceros agradecimentos à pequena Marina:
Ela conta que idealizou este projeto que chamou de “Santa Causa”, destinado a ajudar a Santa Casa e reconhece que a realização deste sonho teve a ajuda de sua avó e de outras pessoas da família, assim, com a colaboração de todos as coisas aconteceram mais facilmente.
A avó, dona Nadir Franco Segretti, 85 anos, ajudou sua netinha na fabricação dos laços, fator importantíssimo para o aumento da produção e principalmente das vendas.
O preço de cada SCRUNCHIE (Laço) é de R$. 5,00
“Em junho eu tive a ideia de começar a campanha “Santa Causa” para ajudar a Santa Casa de Guaranésia a comprar um novo respirador. A ideia que eu tive foi fabricar scrunchies, que podem ser usados como pulseira ou laço para cabeça. Falei com a minha mãe, minha avó e toda a família. Todos toparam, sendo que até agora fabricamos mais de 900 (unidades), disse a “empresária mirim”.
Como tudo deu certo até o momento e a primeira doação foi realizada, Marina diz que não pretende parar de produzir, ela pretende continuar fazendo doações à Santa Casa até o término da pandemia.
Ela conta que pretende fazer uma contribuição para a Apae, em agosto, conforme confirmação de sua mãe, Valquíria Segretti Castelar.
“A Marininha nos surpreendeu pela iniciativa, é uma criança muito alegre, divertida e faladeira”, disse Dona Valquíria.
Marina além de ser a produtora dos laços, é também a garotinha-propaganda!
Dona Valquíria confidenciou que: a avó de Marina tremeu nas bases e ficou com medo de não conseguirem vender toda a produção e a netinha ficar triste e decepcionada. “Abraçamos a causa e deu no que deu, está sendo um sucesso. A gente está muito feliz”.
Com informações: RPA
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