O governo da Dinamarca, liderado pela primeira-ministra Mette Frederiksen, propôs proibir o uso de redes sociais para crianças com menos de 15 anos.
A proposta permitiria que pais dessem permissão para uso a partir dos 13 anos.
Frederiksen afirmou que celulares e redes sociais estão “roubando a infância de nossas crianças”.
As motivações apontadas incluem problemas de saúde mental como ansiedade e depressão, dificuldades de concentração, exposição a conteúdos impróprios e o impacto negativo no desenvolvimento de leitura, socialização e bem-estar geral.
O que ainda não está claro
Possíveis benefícios
1. Proteção da saúde mental
Menos pressão digital, menos comparação social tóxica, menos exposição a conteúdos problemáticos podem ajudar com ansiedade, baixa autoestima etc.
2. Mais tempo para outras atividades
Estudo sugerem que crianças passam horas em apps como TikTok, YouTube; menos tempo no celular poderia incentivar leitura, brincadeiras, convívio real.
3. Redução de impactos negativos do uso precoce de redes
Problemas de atenção, concentração, dependência digital — essas são preocupações citadas.
Desafios e críticas
1. Implementação complexa
Verificação de idade online é difícil de fazer sem violar privacidade ou permitir fraudes.
2. Liberdade & autonomia
Alguns vão argumentar que crianças mais velhas devem aprender a lidar com redes sociais, que a proibição é rígida demais.
3. Possível resistência das próprias plataformas
Empresas de redes sociais podem resistir ou encontrar brechas para manter menores ativos.
4. Desigualdade de acesso
Famílias com recursos ou conhecimentos técnicos podem contornar regras; crianças de ambientes menos assistidos podem ficar em maior desvantagem.
Comparações globais
Reflexão
Essa proposta dinamarquesa levanta questões profundas:
Qual é o papel que queremos que a infância tenha na era digital?
Quando o uso das tecnologias deixa de ser saudável ou benéfico para se tornar prejudicial?
E quem deve decidir isso: pais, escola, Estado, plataformas?
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