O aviso de um possível “desastre térmico” em 2026 não se resume a dias mais quentes. Especialistas apontam uma combinação preocupante: ondas de calor mais intensas, baixa umidade, risco de queimadas, pressão sobre a produção de alimentos e aumento no consumo de energia.
Esse cenário pode ser agravado pelo retorno do El Niño, que altera padrões de chuva e temperatura em várias regiões do país.
Quando o calor se prolonga por vários dias, os efeitos deixam de ser apenas incômodos e passam a afetar diretamente a saúde. Idosos, crianças e pessoas com doenças respiratórias ou cardíacas são os mais vulneráveis. Em grandes cidades, o problema se intensifica com as chamadas “ilhas de calor”, onde o concreto e o asfalto fazem a temperatura subir ainda mais.
No campo, as consequências também preocupam. Temperaturas elevadas aumentam a evaporação da água do solo, prejudicam plantações e podem reduzir a produtividade agrícola. Isso pode impactar diretamente o preço dos alimentos. Além disso, a combinação de calor e seca eleva o risco de incêndios, especialmente em áreas de vegetação.
Outro ponto crítico é a energia. Com o aumento do uso de ar-condicionado e ventiladores, o consumo dispara. Se as chuvas forem insuficientes, os reservatórios das hidrelétricas podem sofrer pressão, elevando o custo da energia.
O alerta não significa certeza de crise, mas indica um risco real — e a necessidade de preparação para um cenário em que o calor pode se tornar um dos maiores desafios do país.
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